Sermão 01

General Conference Daily Bulletin, Vol. 5, p. 108
Sermão de A. T. Jones, 4 de fevereiro de 1893

Ao iniciarmos nosso estudo da Bíblia, acredito que seja bom usar esse momento, de alguma forma, para considerar o motivo pelo qual viemos aqui, e como podemos obter algum benefício. Imagino que todos vieram aqui para ouvir coisas nas quais nunca pensaram antes; e não só isso, mas também para aprender coisas nas quais nunca pensaram antes. É fácil ouvir coisas nas quais nunca pensamos antes, mas nem sempre aprendemos o que ouvimos. Mas imagino que viemos para aprender coisas nas quais nunca pensamos. Quero dizer que viemos aqui esperando que o Senhor nos dê novas revelações de Si mesmo, de Sua Palavra, e de Seu Caminho. Eu vim aqui com esse objetivo.

O seguinte texto é um bom conselho para todos nós: “Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele.” Marcos 10:15. Portanto, viemos aprender sobre o reino de Deus, receber coisas do reino de Deus, coisas novas e velhas, coisas antigas de uma nova forma, e coisas novas de uma nova forma. Quem não o receber como uma criancinha, não entrará nele; não pode tê-lo. Assim, todos devemos vir e nos assentar aos pés de Cristo, contemplando-O como nosso professor, esperando receber, como uma criancinha, o que Ele tem para nos dizer. Pois, não é somente esse texto [de Marcos] que fala sobre aqueles que receberão o reino de Deus, mas em Mateus ele é apresentado de tal maneira a cobrir todo o período de tempo após havermos aceitado o reino de Deus, desde o início. “Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” Mateus 18:1-3.

Agora, se alguém disser que o outro texto se refere a quem está recebendo o reino de Deus pela primeira vez, e admitir o fato de que eles só podem recebê-lo como uma criancinha, confessando que eles mesmos não têm nenhum conhecimento sobre ele e não podem chegar a esse conhecimento por si mesmos, esse verso mostra que ele vai além, e que a ideia perdura até depois que havermos recebido o reino de Deus; pois, para que possamos ser convertidos, precisamos ser como crianças, receber o reino de Deus como crianças, reconhecendo que não sabemos nada de nós mesmos, nenhuma sabedoria própria. Não é nossa própria sabedoria que pode esclarecer pra nós, ou abrir o caminho pelo qual podemos compreender exatamente como a ideia realmente é. Precisamos abandonar nossa própria sabedoria para chegar ao conhecimento, e, através da conversão, nos tornarmos como crianças. “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” Que tipo de crianças são mencionadas? Criancinhas. Criancinhas não têm muito orgulho de opinião em si próprias. Os mais crescidos não são tão prontos a aprender. Por isso, as criancinhas são mencionadas como um modelo e exemplo de como devemos nos achegar à palavra de Deus para aprender. Existe um outro verso que nos diz a mesma coisa, e talvez de uma maneira mais convincente. “Se qualquer pessoa julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu nada ainda como convém saber.” 1 Cor. 8:2. A quantas pessoas essa expressão envolve? “Qualquer pessoa”, isto é, todos nós que viemos aqui. Então qualquer um de nós que veio aqui; será que ele se referiria a nós tão pessoalmente? Cada um de nós. Qualquer um de nós que veio aqui, que pensa que sabe alguma coisa, quanta coisa isso envolve? Pensa que sabe quanto? “Alguma coisa”. Será que isso cobre todas as coisas, então? Sim, senhor. Portanto, o texto cobre todas as pessoas e todas as coisas que podem ser conhecidas. Então, se algum de nós pensa que ele sabe alguma coisa, o que ele sabe? Quanto ele sabe? Ele não sabe nada da maneira como deve saber.

Bom, todos concordamos que isso é verdade, não é certo? Estabeleça isso para você mesmo. Se você veio aqui pensando que você sabia de algo, você deve decidir que você não o sabe da maneira que convém saber. Podemos, então, vir para estudarmos juntos com isso em mente? Podemos todos voltar a esse estudo amanhã, no dia seguinte, e todas as vezes que viermos aqui, e estabelecer em nossa mente que não sabemos de nada como deveríamos saber? Eu não me importo se é o ministro mais  antigo dentre nós; ele deve dizer, “Eu ainda não sei nada da maneira como eu devo saber; ensina-me”. E nós vamos aprender. Qualquer um que vem a essa casa dessa maneira, vai aprender algo a cada lição que ouvir. E isso inclui aquele antigo ministro dentre nós. Ele vai aprender mais do que o resto de nós, se ele se assentar para estudar assim. Mas quanto tempo esse texto cobre? Por quanto tempo ele vai permanecer? Você acha que vamos esgotar esse tempo referido durante esse concílio? Não, senhor. Ótimo, está estabelecido para o concílio inteiro, caso pensávamos que sabíamos alguma coisa.

Existem algumas coisas que pensávamos que conhecíamos muito bem. Se há algo que pensávamos que sabíamos, coloquemo-lo de lado, nós não sabemos de nada. Nós estamos sempre aprendendo muito dos textos que conhecíamos melhor. Não se esqueça disso. Nós estamos sempre aprendendo muito dos textos que nos eram mais familiares. Você não vê que, qualquer pessoa que pega um texto ou pensamento e o estuda por um longo tempo, e pensa que descobriu todo o pensamento que havia lá, essa pessoa se fecha para ele? Quando ela fala: “Agora eu o conheço”, ela se fecha para aprender o que realmente está lá no texto.

O irmão Porter, aqui na lição do último horário, nos falou do propósito de Deus ao nos fazer conhecidas essas coisas. De que tipo de propósito foi falado? Um “propósito eterno”. E a Escritura é a expressão de Deus pra nós dos Seus pensamentos nesse propósito eterno. A Escritura é a expressão do pensamento de Deus a respeito desse propósito, levando avante, e estabelecendo, e fazendo tal propósito conhecido. Bom, que tipo de propósito é esse? Eterno. Quão profundos são Seus pensamentos? Qual o alcance desse propósito? Eterno. Quão profundos, então, são os pensamentos expressos nas Escrituras? Eternos. Em quantas expressões nas Escrituras, e em quantos textos está o pensamento de profundidade eterna? Em quantas passagens? Todas. Então, isso abrange todos os Versos que estão escritos para o Senhor expressar a nós o que Ele deseja nos dizer, e Seu propósito eterno? Sim, senhor. Então, quão profundo é o pensamento em cada passagem da Escritura e as palavras usadas para descrevê-lo? Eternos. Portanto, assim que alguém capta um desses pensamentos e conclui, “agora eu sei, eu entendi”, quão aquém ele está? Quão aquém ele está de obter o pensamento que está realmente lá, de obter o pensamento que está na passagem? (Vozes: tão longe quanto a sua mente está da mente de Deus). Quando ele diz, “eu tenho a verdade”, “eu tenho o pensamento”, ele fechou sua mente contra a sabedoria do conhecimento de Deus, colocando-se a si mesmo e a sua própria mente no lugar de Deus e de Seus pensamentos. O homem que faz isso não pode aprender mais nada. Você não vê que, naquele instante ele se fecha para sempre de aprender? E o homem que faz isso, com certeza não pode aprender nada além de si mesmo, e com certeza nunca terá o conhecimento de Deus.

As expressões de pensamento transmitidas nas declarações das Escrituras são como profundezas eternas. Então, que limite podemos estabelecer para nós mesmos no estudo delas? Absolutamente nenhum. Isso não apresenta, portanto, o esplêndido quadro e a grandiosa perspectiva de que toda a mente de Deus, eterna, está escancarada perante nós para que a estudemos? Bom, não nos esqueçamos de que esse é o campo de estudo ao qual estamos por adentrar.

Temos nos demorado nisso por um bom tempo, e sejamos cuidadosos para não pensarmos que sabemos alguma coisa. Vamos nos certificar de que não fomos induzidos à ideia de pensar que sabemos algo da maneira que devemos saber. Vamos  resolver agora, pela palavra de Deus, que nós definitivamente não sabemos tal coisa. Existe conhecimento em cada linha de pensamento para nós captarmos. E até que todas as profundezas e eternidades passem, nunca atingiremos o lugar de onde poderemos pensar:  sabemos disso, encerramos esse assunto. Atingiremos? Bom, estou feliz em saber que temos um assunto tal como esse para estudar, e um tempo tal como esse (eternidade) no qual estudar.  Bem, regozijemo-nos para começar. Esse texto vai permanecer conosco enquanto estivermos na terra, e nem depois vai passar; vai passar apenas nesse formato que está, é claro; a Bíblia, a palavra de Deus colocada nessa forma, vai passar. Não há dúvida de que essas Bíblias serão queimadas como qualquer outro livro de papel e de couro. Mas a palavra de Deus não será queimada. Esse texto, nesse formato (impresso) vai durar enquanto o mundo durar, mas depois disso, ainda vai existir nesse formato (em corpo). Então, esse texto vai permanecer conosco por todo o tempo, até a eternidade. “Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber.” Nenhum homem o sabe. Vocês não estão felizes, irmãos, não estão felizes?

Mas nós não devemos nos demorar muito sobre qualquer um desses textos, pois há vários textos que queremos trazer à tona esta noite. Tomando o pensamento que acabamos de ter, viemos aqui esperando aprender muitas coisas que são novas, e novas coisas sobre o que já aprendemos. Não viemos, porém, aprender nada além da verdade. Isso é o que queremos. A única coisa na qual há poder, a única coisa na qual há bem, a única coisa na qual há força santificadora, é a verdade, a verdade como ela é em Jesus, claro, porque não há verdade de nenhuma outra forma. Vindo com esse propósito, o de conhecer apenas a verdade,  isso é tudo que devemos estudar, tudo sobre o que devemos questionar. Não é da sua conta ou da minha se algo é velho ou novo, ou quem fala sobre isso nesse concílio, ou se somos nós ou outro alguém quem deve estudá-lo, é? O que devemos perguntar é, Isso é verdade? Se for verdade, então tome a palavra do Senhor como Ele a deu a nós, não fazendo diferença através de quem Ele a diz, nem de que forma ela vem, nem se ela vier exatamente da maneira oposta à qual esperamos que ela venha – e é provável que virá, “pois os teus caminhos não são os meus caminhos, diz o Senhor”. Portanto, quando temos uma forma fixa, podemos esperar que ela venha de outra forma.

O Senhor não vai permitir a ninguém ditar-Lhe ou traçar planos para Ele. Devemos tomar ao Senhor por esse texto, “Verdadeiramente, tu és Deus misterioso.” Mas nós podemos vê-Lo. Ele vai Se esconder; não podemos ajeitar a forma pela qual Ele vai agir sempre, mas o melhor é que nós vamos deixar que Ele faça as coisas do jeito dEle, e estaremos na posição de fazer isso o tempo todo. Dessa forma, estaremos perfeitamente seguros. Nunca precisaremos ter ansiedade, nós mesmos não vamos ter nada que ver com o gerenciamento dela. Ele é todo sábio; tudo vai corretamente com Ele, e nós simplesmente ficamos prontos para vê-Lo realizar a qualquer momento. E nós não temos nada a fazer além de apreciar vê-Lo realizar coisas. Eu tenho sido grandemente abençoado no estudo da Bíblia e em assistir ao Senhor realizando coisas. E quando está mais escuro, mais misterioso, o estudo é melhor, pois exige que nos limpemos de nós mesmos para vê-Lo realizar. Se pudéssemos ver como as coisas estavam se saindo sempre, não seria interessante. Quando está mais escuro, podemos observar mais atentamente e com mais interesse, para ver o Senhor endireitar.

Temos, então, que aprender somente a verdade-não fazendo diferença quem fala. O Senhor vai falar, com certeza, não havendo diferença por quem ela é dita ou como vem. Se nós já sabíamos disso, graças a Deus que mais alguém sabe disso agora. Se nós ainda não sabíamos disso, então graças a Deus que agora nós sabemos. A única pergunta a fazer é, Isso é verdade? Todos vocês sabem os versos de II Tessalonicenses 2:9, 10: “Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade … .” A qualquer um que ama a verdade e recebe o amor da verdade, Satanás não terá nenhuma chance de trabalhar com todos os sinais e prodígios enganosos, e com todo o engano da injustiça. Não, senhor. Porque Jesus disse (João 8:32): “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Portanto, todo o que recebe o amor da verdade, isso vai torná-lo livre. Aquele em quem Satanás opera todos os sinais e prodígios enganosos é livre? Não, ele é um escravo temeroso. Enquanto tivermos isso estabelecido nas nossas mentes, que a única coisa que devemos buscar ou esperar é a verdade, e amá-la porque é a verdade, e tomá-la porque é a verdade, então não precisamos estar inquietos sobre se Satanás vai nos enganar ou não.

Note a última metade do verso. O efeito da verdade é tornar-nos livres. A primeira metade é a melhor promessa da Bíblia, se pudéssemos medir promessas. Mas não podemos fazê-lo, porque uma é tão importante quanto a outra. Todas são pensamentos de Deus, e Seus pensamentos são eternos. Mas essa é uma excelente promessa, “Conhecereis a verdade.” Para mim, essa é uma das promessas mais maravilhosas. “Conhecereis a verdade.” Você pensa que a conhece? Você se pergunta se a conhece? Pergunta se isso ou aquilo é verdade? Não, senhor. “Conhecereis a verdade.” Essa é a promessa de Jesus Cristo pra você e pra mim, de que, quando nós crermos nEle e O seguirmos, nós conheceremos a verdade. E, tão certo quanto nos submetemos a Ele e O seguimos, Ele vai cuidar para que conheçamos a verdade, e cremos que Ele fará isso.

“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Como conheceremos a verdade? Permaneçam na Sua palavra, e sejam Seus discípulos de fato, e vocês conhecerão a verdade. Portanto, Sua palavra é a palavra da verdade. “Conhecereis a verdade.” Porque Cristo prometeu, a promessa é para você e para mim, quando nós o seguimos e nos submetemos a Ele. E por ser assim, parece-me que devemos ser o povo mais feliz da terra, pela promessa dada, “Conhecereis a verdade”.

Haverá muitas oportunidades, com certeza – já existem algumas, sem dúvida, somente nas primeiras lições que foram ministradas – algumas oportunidades para as pessoas das classes dizerem, Bom, será que é assim? Provavelmente, já foi oferecida alguma oportunidade para alguns dizerem, “Bem, não sei se é bem assim”. Haverá, sem dúvida, inúmeras vezes, antes do encerramento das seis semanas, em que o Senhor deixou Sua palavra e Seus métodos para que estudássemos, inúmeras vezes em que seremos convidados a dizer, “Bem, será que é assim?” Qual é a promessa? “Conhecereis a verdade.” Agora, o Senhor não quer que aceitemos as coisas porque alguém as diz. Deus não quer que digamos, quando alguém diz algo: Bem, isso é assim, porque ele disse que é. Esse não é o ponto. Devemos saber que algo é verdade porque Deus o disse. E eu digo que existe a promessa: “Conhecereis”. Haverá oportunidade de surgir o questionamento, É isso mesmo? Que tal. Existe o questionamento, mas existe a promessa com ele. Não se esqueça disso. Jesus tem dito a você, todas as vezes que o questionamento surgir, “Conhecereis a verdade.” Então, quando surgir um questionamento sobre algum pensamento da lição, qual é a resposta para você e para mim? O que devemos considerar? Qual é o lugar que devemos então ocupar? Existe aqui algum irmão que discursará algum dia, e talvez ele faça alguma declaração, lendo uma passagem, ou duas, ou três, e captando nelas um pensamento novo para mim, fazendo uma expressão que é nova para mim, e vem o questionamento, Bem, será que é assim? Qual é a resposta para mim? “Conhecereis a verdade.” E o que eu devo fazer com aquele novo pensamento, com aquele questionamento? Devo eu segurar aquele questionamento, aquele novo pensamento, aquele que é pra mim um novo pensamento? Não deveria eu colocá-lo perante Cristo, e perguntar-lhe a verdade? Ou não seria melhor ir a alguns dos irmãos e perguntar, “O que você pensa sobre isso? O irmão A. disse assim e assim. O que você pensa sobre isso? Isso é novo para mim, e eu duvidei um pouco.” “Eu também duvido,” diz o outro irmão. Bem, então é claro que não deve ser assim; está resolvido. Não é assim. Não é da sua conta o que eu penso sobre isso.

Eu me lembro de uma vez, num acampamento, que um irmão leu alguns versos direto – foi praticamente tudo que ele fez, foi uma leitura Bíblica – mas os pensamentos que levantou na Bíblia eram novos para um grande número na plateia. Uma meia dúzia se arrebanhou junto a mim e me perguntou: “Irmão Jones, o que você pensa sobre isso?” Eu disse: “Não é da sua conta o que eu penso sobre isso; o que vocês pensam sobre isso?” “Bom, nós não sabemos o que pensar a respeito disso,” eles responderam. Então eu disse, “Descubram.” Imagine que eu tivesse dito que não acreditava naquilo. Então eles teriam saído e dito: “Eu não creio nisso, porque o irmão Jones disse que ele não crê.” Imagine que eu tivesse dito que aquilo estava correto. Eles teriam dito: “É isso mesmo. O irmão Jones disse que é.” Portanto, eu me proponho a não te dizer nada sobre o que eu penso. Não é da sua conta. Vocês sabem por si mesmos qual é a verdade. Essa é a posição que eu me proponho a ocupar nesse concílio. Eu espero encontrar algumas coisas novas surgindo aqui. Eu nunca encontrei uma reunião, até hoje, em que estudamos a Bíblia, na qual o Senhor não nos desse nada novo, belo, grandioso e glorioso. Mas o lugar que me proponho a ocupar é exatamente sobre aquela promessa, “Conhecereis a verdade.”

Mas eu encontro pessoas, e sem dúvida você também já encontrou, que parecem se levantar sobre a ideia de que o único caminho seguro para conhecer a verdade é levantar todas as objeções que eles puderem, e respondê-las. Mas depois que eu levantei e apresentei todas as acusações que conheço contra um ponto e todas elas foram respondidas, então estou certo do que é a verdade? Tenho certeza disso? Não, porque existem objeções nas quais eu nunca pensei. Você não vê? Desse modo, poderei eu em algum momento ter certeza de que aquilo é verdade, até que toda objeção possível seja trazida contra ela por todas as mentes do universo – posso ter certeza disso até então? Quando elas forem todas respondidas, isso me fará ter certeza de que é assim? Se sim, eu vou viver tempo suficiente para ouvir as respostas a todas as objeções? Podemos chegar à verdade dessa forma? Existe alguma forma de chegar à verdade levantando objeções e respondendo a elas? Não, senhor. Qual é a utilidade de partir em uma estrada da qual você nunca atingirá o fim – um caminho errado, claro? É melhor nem começar.

Mais um ponto. Pode existir alguma objeção contra a verdade? Pense nisso com cuidado. Bom, quando algo é apresentado, devemos eu e você dizer: “Eu vejo uma objeção contra isso”? É essa a posição que devemos tomar? Não; devemos pergunta se é a verdade, e se for, não há objeção, não pode haver nenhuma objeção contra ela. Nossa objeção é uma fraude. Você não vê? O que devemos perguntar é: Isso é a verdade?

E uma outra forma que as pessoas têm de chegar à verdade é ouvindo os dois lados da questão. Você já ouviu isso. “Esse é um lado,” eles dizem, “mas agora eu quero ouvir o outro lado antes de decidir.” O que é um lado da verdade? Bem, aqui está um lado da verdade, e lá está o outro lado da verdade. Onde está a verdade, então? Você vai para os dois lados da verdade, e encontra o erro. “Eu já ouvi um lado, e quero ouvir o outro lado dela!” Então como é que eu posso dizer qual é a verdade? Mas suponhamos que eu ouvi a verdade real (e é isso que se precisa), e eu não estou satisfeito até ouvir o outro lado. Qual é o outro lado? Se esse lado for a verdade, qual é o outro lado? Erro. Então nós podemos decidir melhor qual é a verdade ouvindo um monte de mentiras? Podemos? “Bem”, diz alguém, “eu ouvi o seu lado, e me parece que é verdade, mas eu quero ouvir o outro lado!” A verdade é a palavra de Deus. Então ele se propõe, ao esperar para ouvir o outro lado, a saber se algo é verdade ou não comparando-o a um monte de mentiras, e assim faz desse monte de mentiras o teste da verdade.

Nós não queremos ouvir o outro lado. Tudo que queremos é a verdade. Aqui está um lado da verdade. E lá está o outro lado da verdade. Ele ouve os dois lados de acordo com seu próprio plano; e como ele chega à verdade? De seu próprio modo. Ele ouviu isso e aquilo. Onde está a verdade? Ele precisa achá-la de alguma forma. Ele não compara um lado com o outro, pesa um contra o outro, encontra o equilíbrio e julga onde está a verdade? Será que ele tem certeza que é a verdade? Bem, depois de fazer isso, ele pode saber se tem a verdade? Tem ele certeza que aquilo é verdade? É a minha mente, o meu julgamento, minha habilidade para pesar argumentos e decidir sobre a verdade – será que esse é o teste infalível da verdade? O julgamento de um homem, suas faculdades, são o teste da verdade? Quando queremos testar a verdade para saber se é a verdade, o teste precisa ser infalível. Não é? Deve ser um teste que nunca vai falhar. Para discernir a verdade e declará-la, deve ser um teste que nunca vai faltar em nenhuma circunstância, em meio a dez mil argumentos e os erros. Aquele teste pelo qual devemos testar a verdade deve ser um tal que vai achar a verdade em meio a dez milhões de opiniões variadas, que vai encontrá-la sem falhar sucessivamente, entre todos os pensamentos que podem ser levantados entre os homens. Não é? Nós sabemos que a mente humana não é o teste da verdade. Ela é somente a sua ideia e a verdade na qual ele se estabelece. “Porque os seus pensamentos não são os meus pensamentos, nem são os seus caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.”

Agora, irmãos, no tempo em que estamos, existem duas razões pelas quais isso não funcionaria, mesmo se fosse correto. Uma delas é que, como a verdade de Deus está se desenvolvendo tão rapidamente, nós não temos tempo para caçar todas as objeções e ouvir todos os argumentos de ambos os lados, porque nós estaríamos eternamente para atrás, enquanto estivéssemos ouvindo um monte de argumentos e objeções. Mas nós não queremos estar nesse lugar quando a provação terminar. O tempo é muito curto para isso, e seríamos deixados de fora quando chegássemos lá. Mas existe a promessa: “Conhecereis a verdade.”

Voltemos para João 14:16, 17: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade…” Espírito do que? Verdade. Oh! Graças a Deus por essa promessa, “Eu orarei ao Pai.” O que Cristo está fazendo por nós essa noite, nós que estamos aqui nesse concílio? Orando ao Pai. Ele vai nos enviar o Consolador? O Espírito da verdade. Qual é a posição que deve ser tomada antes de vir às classes todos os dias? Tomar parte nessa oração, pra que tenhamos o Espírito da verdade, não é?

Jesus está orando, então e, a propósito, já que Jesus está fazendo isso, quando nós o fazemos não estamos em boa companhia? Vamos gastar, portanto, boa parte do tempo desse concílio com isso. Vamos gastar boa parte do tempo em Sua companhia nesse concílio. O que você acha? (Plateia, “Amém.”) Eu orarei ao Pai e Ele vos dará – Ele não diz que vai orar ao Pai e Ele poderá fazê-lo, como se Ele fosse decidir depois que Ele orasse, mas que vai orar ao Pai e Ele vos dará. É claro que Sua oração é ouvida, pois Ele intercede por nós. Ele apresenta as nossas orações de acordo com a vontade de Deus. Portanto, Ele orou e nós oramos para que Ele nos dê esse Consolador, e Ele o faz. Quando pedimos, sabemos que recebemos, pois Ele o diz. Se nós pedimos qualquer coisa que esteja de acordo com a Sua vontade, o que acontece? Ele nos ouve. E essa é a confiança que nós temos nEle essa noite. Essa é a confiança que nós temos nEle de que, se pedirmos qualquer coisa de acordo com a Sua vontade, Ele nos ouve. É a Sua vontade, então, que tenhamos o Espírito Santo. Portanto, podemos ir a Ele todos os dias, a todas as horas do dia, rogando a Ele por esse Espírito da verdade, e saber que o receberemos, saber que Ele nos ouve, e se sabemos que Ele nos ouve, sabemos que temos dEle as petições que desejarmos.

Agora, ajunte as duas ideias. Nós pedimos qualquer coisa de acordo com a Sua vontade, e Ele nos ouve. Todas as vezes que pedimos, Ele nos ouve. Então quando Ele nos ouve, o que acontece? Sabemos que podemos receber? Vamos receber? Recebam. E então, o que precisamos fazer? Quando tivermos pedido de acordo com a Sua vontade, sabemos que Ele nos ouve. E nós recebemos o que pedimos, então o que devemos fazer? Vamos agradecê-lo por isso. Assim, antes de virmos ao concílio a cada manhã, vamos pedir ao Senhor o Espírito Santo, de acordo com a Sua vontade, e quando pedirmos, vamos nos submeter completamente ao Senhor, e agradecê-lo porque está feito, e vir esperando que Ele ensine, e que Ele ensine o professor, e que nos ensine através deste.

“Que eu possa habitar convosco.” Por quanto tempo? Para sempre. Ótimo. O Espírito da verdade é capaz de levar a verdade e tornar a verdade conhecida a qualquer momento, dentre dez mil vezes dez mil formas de erro. Por quanto tempo? Para sempre. Isso não é bom? Não é uma boa promessa, a de que Ele nos dará o Espírito da verdade, e Ele vai permanecer lá para sempre? “O Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.”

“Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará.” O que Ele vai fazer? Guiar-vos. Ele vai fazer; no positivo. Quando Ele vier, Ele vai fazê-lo. Bem, irmãos, podemos crer nEle, então? Coloquemos as três coisas juntas, “Conhecereis a verdade;” “Eu orarei ao Pai;” e “Ele vos guiará.” Podemos crer nEle, então? Podemos entregar tudo a Ele imediatamente, sem uma única hesitação sobre nada? “Conhecereis a verdade.” “O Pai vos dará o Espírito da verdade, e Ele vos guiará.” Não devemos, então, render tudo a Ele, crer nEle e esperar que Ele nos guie em cada estudo que tivermos aqui?

“Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.“ Ele vai mostrar? Ele vai nos mostrar as coisas que hão de vir. Ótimo. Será que O Senhor não quer que vejamos as coisas que hão de vir antes que elas nos atinjam? Não falou Ele que o povo que vai ver o que há de vir sobre nós por aquilo que está acontecendo diante de nós, não vai mais crer em invenções humanas, mas sentirá que o Espírito Santo precisa ser reconhecido e recebido? Como veremos o que há de vir sobre nós? Pelo que está acontecendo diante de nós. Ele não quer que sejamos pegos de surpresa em nenhuma dessas coisas. Ele quer que nós saibamos o que há de vir antecipadamente, para estarmos completamente armados, e não sermos surpreendidos e tragados.

“Ele me glorificará: pois Ele receberá de mim, e mostrará a vocês.” O que é “Ele”? “Eu sou a verdade, e o Espírito da verdade.” Ele toma o que é Seu e o mostra a nós. E quando o Espírito da verdade toma somente aquilo que é do Senhor (e isso é tudo o que Ele vai nos mostrar), Ele não se levanta independentemente e faz grandes coisas dEle mesmo, assim como Jesus não fez isso, mas entregou tudo, para que o Pai pudesse se mover e operar nEle. E o Espírito Santo, no Seu lugar, faz exatamente as mesmas coisas que Jesus fez. Ele não ostenta dEle mesmo, mas encontra o que Deus disse para Jesus e diz isso pra você e pra mim. Portanto, Ele nos dá a verdade de Deus como ela é em Jesus. Ele é o Deus da verdade? “Todas as coisas que o Pai tem são minhas. Por isso eu disse que Ele tomará de mim e mostrará a vocês.” Daí, temos o verso: “Mas como está escrito, Olho não viu, ouvido não ouviu, nem adentrou ao coração humano, as coisas que Deus tem para aqueles que o amam.” Aqui está o propósito eterno, e a profundidade dele. É aqui que devemos nos posicionar, pedindo, tomando parte naquela oração de Jesus todos os dias, para que tenhamos o Espírito da verdade aqui nos nossos estudos e em todo o nosso trabalho, guiando-nos à verdade.

Note o seguinte, do livro Caminho a Cristo, págs. 105, 129 e 130.

“A Bíblia nunca deveria ser estudada sem oração. Antes de abrir suas páginas, devemos pedir a iluminação do Espírito Santo, e ela será dada. Quando Natanael veio a Jesus, o Salvador exclamou: ‘Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.’ Natanael disse: ‘Donde me conheces?’ Jesus respondeu: ‘Antes que Felipe o chamasse, quando tu estavas debaixo da figueira, eu te vi.’ E Jesus vai ver-nos, também, nos lugares secretos de oração, se nós buscarmos Sua luz, para saber qual é a verdade. Anjos do mundo da luz estarão com aqueles que, em humildade de coração, buscam pela guia divina.

“O Espírito Santo exalta e glorifica o Salvador. É Sua função apresentar Cristo, a pureza de Sua justiça, e a grandiosa salvação que temos através dEle. Jesus diz: ‘Ele receberá de mim, e o mostrará a vocês.’ O Espírito da verdade é o único professor efetivo da verdade divina.  Como deve Deus estimar a raça humana, pois Ele deu Seu Filho para morrer por eles e aponta o Seu Espírito para ser o professor e o guia contínuo do homem.

“Deus deseja que, mesmo nesta vida, as verdades da sua palavra estejam sempre se desdobrando perante Seu povo. Só existe uma forma pela qual esse conhecimento pode ser obtido. Nós chamamos a atenção para uma compreensão da Bíblia unicamente através da iluminação daquele Espírito por quem a Palavra foi dada. ‘As coisas de Deus o homem não conhece, e sim o Espírito de Deus’; pois o Espírito perscruta todas as coisas, sim, as profundezas de Deus.’ E a promessa do Salvador aos Seus seguidores foi: ‘Quando Ele, o Espírito da verdade, vier, Ele vos guiará a toda a verdade… pois Ele receberá de mim, e mostrará a vocês.’

“Deus deseja que o homem exercite Seu poder de raciocínio; e o estudo da Bíblia vai fortalecer e elevar a mente como nenhum outro estudo o poderá. Ainda assim, devemos tomar cuidado para não endeusar a razão, que é sujeita à fraqueza e à debilidade humana. Para que não tenhamos as Escrituras nubladas para o nosso entendimento, e as verdade mais simples não sejam compreendidas, devemos ter a simplicidade e a fé de uma criancinha, prontos a aprender e a pedir o auxílio do Espírito Santo. Um senso do poder e da sabedoria de Deus, e da nossa inabilidade para compreender Sua grandeza, deveria nos inspirar com humildade, e entraríamos em Sua presença com Santo temor. Quando vimos à Bíblia, a razão deve reconhecer uma autoridade superior a si mesma, e o coração e o intelecto devem se curvar ao grande EU SOU.”

Deste momento em diante, enquanto vivermos, quando lermos a Sua Palavra assim como ela é, que nós nunca levantemos um “se” contra ela. Existe algum “se” sobre Deus? Pode haver algum “se”? Não existe nenhum “se” nela, absolutamente. É exatamente como ela diz. Graças a Deus que é assim, e deixemos que Ele nos fale o que ela significa, e como é.

Eu leio novamente, de “Obreiros Evangélicos,” pág. 126:

“Deus deseja que recebamos a verdade por seus próprios méritos – porque é verdade. A Bíblia não deve ser interpretada para adaptar-se às ideias dos homens, não importa por quanto tempo eles tenham crido que essas ideias eram verdadeiras.”

Isso significa que eu não devo interpretar a Bíblia para satisfazer esse homem (o pregador aponta para si mesmo). Isso inclui você, também. “O Espírito com o qual nós vimos à investigação das Escrituras, vai determinar o caráter do assistente ao nosso lado.” – Idem, pág. 127.

Existe uma coisa importante. Nós estamos vindo aqui todos os dias para investigar as Escrituras. Mas a mensagem é: O Espírito com o qual você vem vai determinar o caráter do assistente ao seu lado.

“Anjos do mundo da luz estarão com aqueles que, em humildade de coração, buscam a guia divina. Mas se a Bíblia for aberta com irreverência, com um sentimento de autossuficiência, se o coração estiver cheio de preconceito, Satanás estará do seu lado, e ele irá estabelecer as declarações simples da Palavra de Deus com uma luz pervertida.” – Idem.

Que nós não tenhamos Satanás como assistente. Que estejamos certos de nos unirmos a Jesus naquela oração antes de virmos – e permaneçamos nela enquanto ficarmos aqui. “Deveríamos estudar a Bíblia por nós mesmos. Nenhum homem deveria estar encarregado de pensar por nós.” Ela não diz que não devemos ser liderados por um homem, se Deus está guiando esse homem, ou por uma mulher, se Deus está guiando essa mulher. Você também sabe que, uma vez, um certo homem faria muito bem ao consentir em ser liderado por uma jumenta. Mas ele se propôs a ser guiado apenas pelo Senhor. Ele não se propôs a ser guiado por ninguém, mas ele saiu no prejuízo. Que nós não escolhamos quem vai nos guiar, somente que Deus nos guie.

Uma vez, um homem estava falando contra o Espírito de Profecia e dizendo quão facilmente os Adventistas do Sétimo Dia eram enganados, e quão iludidos eles estavam, e que os seus professores se levantavam e lhes diziam certas coisas, e que eles simplesmente as engoliam inteiras. Eu disse a mim mesmo que eu gostaria que ele tentasse fazer isso, tentasse mandar as coisas pra baixo daquela maneira. É um fato que os Adventistas do Sétimo Dia são difíceis de levar. Estou contente com isso em um aspecto. Eu quero que todos os Adventistas do Sétimo Dia sejam tão duros de levar que ninguém no universo possa liderá-los, senão Jesus Cristo. Sim, senhor. Mas oh, irmãos, vamos chegar ao ponto em que não seja tão difícil para Ele nos guiar. Mas eu estou contente que eles são tão duros de levar que ninguém pode liderá-los senão Ele. Cheguemos nesse lugar o mais rápido possível, e então vamos apenas ser levados por Ele tão fácil como um cordeiro, pelo Cordeiro de Deus que Ele é.

“Nós não devemos nos firmar nas nossas ideias e pensar que ninguém deve interferir nas nossas opiniões. Quando um ponto de doutrina que você não entende chega à sua atenção, vá a Deus de joelhos, para que você entenda qual é a verdade, e não seja achado como eram os judeus, lutando contra Deus. … É impossível para qualquer mente compreender toda a riqueza e a grandiosidade de apenas uma promessa de Deus. Uma capta a glória de um ponto de vista, e outra a beleza e a graça de outro ponto, e a alma é preenchida com a luz celestial. Se nós víssemos toda a glória, o Espírito desmaiaria. Mas podemos suportar revelações muito maiores das abundantes promessas de Deus do que as que desfrutamos agora. Meu coração fica triste por saber como perdemos de vista completude da benção designada a nós. Nós nos contentamos com flashes momentâneos de iluminação espiritual, quando deveríamos andar, dia após dia, na luz da Sua presença. … Aquele cujo ofício é trazer todas as coisas à lembrança do povo de Deus e guiá-los a toda a verdade, pode estar conosco na investigação de Sua Santa Palavra.” – Idem, págs. 129-131.

Oh, que promessa é essa, de que conheceremos a verdade! Então Ele nos dá o Espírito da verdade para guiar à verdade. E o Espírito é um guia tão perfeito e tão infalível, que nós silenciaremos todas as outras vozes além daquela que vem dAquele que é a verdade e a vida. Bem, irmãos, entremos no estudo nesse Espírito e permaneçamos nesse Espírito, e Deus vai nos ensinar. E como foi dito nos dias de Jó, e em seu livro, “Quem ensina como Ele?”

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