Como permaneceremos em pé?

Audio: Como permaneceremos em pé? (Nossa firme plataforma)

Material usado no sermão:  Vida dos 27 Pioneiros Adventistas

Sermão pregado por Uriel Vidal na igreja da Casa Verde, em São Paulo, dia 16 de novembro de 2013.

Livros dos pioneiros Adventistas

O Centro White está disponibilizando novos livros dos pioneiros adventistas em português. Confira.

W. W. Prescott: Sermões pregados em Armadale

J. N. Loughborough: O Grande Movimento Adventista

Urias Smith: Daniel e Apocalipse (analisados verso por verso)

E. A. Sutherland: Estudos em Educação Cristã

Congresso do Espírito de Profecia

Realizado pelo Centro White em Caraguatatuba, SP, 4 e 5 de maio de 2013

1. Os 12 Pioneiros Adventistas (4 de maio de 2013 – Renato Stencel)

2. As 6 armadilhas Satânicas (4 de maio de 2013 – Renato Stencel)

3. As 12 Críticas contra Ellen White (4 de maio de 2013 – Renato Stencel)

4. A Mensagem de Saúde e a Terceira Mensagem Angélica (5 de maio de 2013 – Uriel Vidal)

A Verdade e a Mentira – Fred Bischoff

João 8:44 é um texto chave para entender os dois princípios que estão em guerra no universo. Neste sermão, o Dr. Bischoff declara, em termos muito claros, o âmbito em que ocorre este conflito.

” O estudante deve aprender a ver a Palavra como um todo, e bem assim a relação de suas partes. Deve obter conhecimento de seu grandioso tema central, do propósito original de Deus em relação a este mundo, da origem do grande conflito, e da obra da redenção. Deve compreender a natureza dos dois princípios que contendem pela supremacia, e aprender a delinear sua operação através dos relatos da História e da profecia, até à grande consumação. Deve enxergar como este conflito penetra em todos os aspectos da experiência humana; como em cada ato de sua vida ele próprio revela um ou outro daqueles dois princípios antagônicos; e como, quer queira quer não, ele está mesmo agora a decidir de que lado do conflito estará.” Educação, p. 190

Revendo a História Adventista – Fred Bischoff

Esses sermões ressaltam os eventos e personagens na história Adventista. Relembram-nos de nossa missão, e descrevem o atraso que a incredulidade e a mundanidade do povo de Deus causam ao término do conflito entre a verdade e o erro, entre o bem e o mal.

Timeline dos Eventos (1831-1910) – Material que acompanhou os sermões.

Parte 1 – Os Dois Princípios.mp3
Parte 2 – História Adventista (1831-1844).mp3
Parte 3 – História Adventista (1844-1902).mp3
Parte 4 – História Adventista (1902-1910).mp3

A Fé de Jesus – Sermão de Fred Bischoff em Fortaleza, CE

Sermão pregado por Fred Bischoff, diretor da Adventist Pioneer Library, com base em Loma Linda, na Califórnia.

Download do sermão em mp3

Sermões de Ted Wilson (Conferência em Fortaleza – FE)

A Conferência FE (Federação dos Empreendedores Adventistas), ocorrida nos dias 6-9 de setembro de 2012, contou com a participação de diversos líderes da igreja ASD. Entre eles estava o presidente mundial da Igreja, o pastor Ted Wilson. Aqui estão os três sermões pregados por ele, e traduzidos por Williams Costa Junior.

Download do sermão 1 em mp3

Download do sermão 2 em mp3

Download do sermão 3 em mp3

Sermão: “Em que tempo estamos?”

“Este é o reino do anticristo. A lei de Deus é deixada de lado. As Escrituras são trocadas pelas tradições dos homens. Satanás se tornou o dominador do mundo; e, em suas mãos, a tentação se tornou uma ciência. Ele domina sobre um vasto e bem organizado império. O pecado estimulou seus seguidores em atividades temerárias. Os homens se ajuntaram para perpetuar o mal. …
Deus diz hoje a Seu povo: ‘Tenho, porém, contra ti que abandonaste teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à pratica das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o seu candeeiro, caso não te arrependas.’ Será que eles vão atender à reprovação?” (Ellen G. White,  Review and Herald, 15 de dezembro de 1904).

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Sermão: “A Recompensa da Vitória”

Quando se assentar o juízo, e os livros forem abertos; quando o “bem-está” do grande Juiz for pronunciado, e a coroa de glória imortal, colocada na fronte do vencedor, muitos erguerão essas coroas à vista do Universo reunido e, indicando sua mãe, dirão: “Ela me fez tudo quanto sou mediante a graça de Deus. Seus ensinos, suas orações foram abençoados quanto à minha salvação eterna” (Ellen G White, Eventos Finais, p. 294).

Download do sermão em mp3

Sermão: “Palavras Duras 2”

“Enquanto estivermos no mundo, encontraremos influências adversas. Haverá provocações para ser provada a nossa têmpera; e é enfrentando-as com espírito reto que as virtudes cristãs são desenvolvidas. Se Cristo habitar em nós, seremos pacientes, bondosos e indulgentes, alegres no meio das contrariedades e irritações. Dia após dia, e ano após ano, vencer-nos-emos a nós próprios e cresceremos num nobre heroísmo. Tal é a tarefa que sobre nós impende; mas não pode ser cumprida sem o auxílio de Jesus, firme decisão, um alvo bem determinado, contínua vigilância e oração incessante. Cada um tem suas lutas pessoais a travar. Nem o próprio Deus pode tornar nosso caráter nobre e nossa vida útil, se não colaborarmos com Ele. Quem renuncia à luta perde a força e a alegria da vitória” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 487).

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Sermão: “Palavras Duras 1”

“Se vos forem dirigidas palavras impacientes, nunca respondais no mesmo tom. Lembrai-vos de que “a resposta branda desvia o furor”. Provérbios 15:1. Há um poder maravilhoso no silêncio. As palavras ditas em réplica a alguém encolerizado por vezes servem apenas para o exasperar. Mas se a cólera encontra o silêncio, e um espírito amável e paciente, em breve se esvai” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 486).

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Sermão: “Ídolo no Lar”

“Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.” (Êxodo 20:1-2)

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Sermão: “Limpando o caminho”

“Esse testemunho, acerca do estabelecimento da igreja Cristã, nos é dado, não somente como uma importante porção da história sagrada, mas também como uma lição. Todos os que professam o nome de Cristo devem estar aguardando, vigiando, e orando com um só coração. Toda discórdia deve ser removida, e a unidade e terno amor de um pelo outro deve permear o todo. Então, nossas orações podem subir juntamente a nosso Pai Celestial com forte e fervente fé. Então, podemos aguardar com paciência e esperança o cumprimento da promessa” (Ellen G. White, O Ministério de Pedro e a Conversão de Saulo, p. 9).

Download do sermão em mp3

Sermão: Os dois altares

“Este assunto é tão vagamente compreendido que milhares e mais milhares, professando ser filhos de Deus, são filhos do maligno, porque dependem de suas próprias obras. Deus sempre requereu boas obras, a lei as demanda; porém, pelo fato de o homem se haver posicionado no pecado, onde suas boas obras eram sem valor, unicamente a justiça de Cristo pode servir. … Tudo o que é possível ao homem fazer em favor de sua própria salvação é aceitar o convite: ‘Quem quiser receba de graça a água da vida’. Não há pecado que possa ser cometido pelo homem para o qual o pagamento não tenha sido alcançado no Calvário. Assim, a cruz, em ardentes apelos, oferece continuamente ao pecador uma expiação completa.” (Ellen G. White, Manuscrito 50, 1900).

Download do sermão em mp3

A questão da Trindade – O Espírito Santo como Pessoa da Divindade (Video Completo)

O poder que o homem pode ter a seu comando

O Filho de Deus a cada passo era assaltado pelos poderes das trevas. Após o Seu batismo foi pelo Espírito levado ao deserto onde por quarenta dias sofreu tentação. Tenho recebido cartas, afirmando que Cristo não podia ter tido a mesma natureza que o homem, pois nesse caso, teria caído sob tentações semelhantes. Se não possuísse natureza humana, não poderia ter sido exemplo nosso. Se não fosse participante de nossa natureza, não poderia ter sido tentado como o homem tem sido. Se não Lhe tivesse sido possível ceder à tentação, não poderia ser nosso Auxiliador. Era uma solene realidade esta de que Cristo veio para ferir as batalhas como homem, em favor do homem. Sua tentação e vitória nos dizem que a humanidade deve copiar o Modelo; deve o homem tornar-se participante da natureza divina. {ME1 408.1}

Em Cristo combinaram-se divindade e humanidade. A divindade não se degradou, para tornar-se humanidade; a divindade conservou seu lugar, mas a humanidade, pela união com a divindade, resistiu à mais feroz prova da tentação no deserto. O príncipe deste mundo chegou-se a Cristo depois de Seu longo jejum, quando estava no auge da fome, e sugeriu-lhe que mandasse às pedras que se tornassem pão. Mas o plano de Deus, delineado para a salvação do homem, previa que Cristo conhecesse a fome, a pobreza e todos os aspectos da experiência do homem. Resistiu Ele à tentação, mediante o Poder que o homem também pode possuir. Apoiou-Se no trono de Deus, e não existe homem ou mulher que não possa ter acesso ao mesmo auxílio, pela fé em Deus. Pode o homem tornar-se participante da natureza divina; não vive uma alma que não possa chamar o auxílio do Céu, quando tentada e provada. Cristo veio para revelar a fonte de Seu poder, a fim de que o homem não confiasse jamais em suas capacidades humanas desajudadas. {ME1 408.2}

Os que querem vencer devem empenhar ao máximo todas as faculdades de seu ser. Devem lutar, de joelhos diante de Deus, pedindo poder divino. Cristo veio para ser nosso exemplo e nos revelar que podemos ser participantes da natureza divina. Como? — Tendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. Satanás não alcançou a vitória sobre Cristo. Não pôs o pé sobre a alma do Redentor. Não atingiu a cabeça, se bem que tenha ferido o calcanhar. Cristo, por Seu exemplo, tornou evidente que o homem pode permanecer íntegro. É possível aos homens ter poder para resistir ao mal — poder que nem a Terra nem a morte nem o inferno conseguem dominar; poder que os colocará onde alcancem vencer, como Cristo venceu. Neles pode combinar-se a divindade e a humanidade. {ME1 409.1}

Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 1, p. 408

Justificação pela Fé (material em espanhol)

 

El Mensaje del Tercer Ángel (1893).pdf

Download de vários materiais e livros: http://libros1888.com/adv.htm

De que lado estamos?

Despertai, despertai! Ponde de parte vosso orgulho e deixai de lado vossa posição de indiferença. Vosso tempo de prova é chegado e devemos tomar uma posição com Cristo ou contra Ele. De que lado permanecereis? Com o mundo, ou com Cristo? Estais recebendo a verdade e preparando-vos para falar uma verdade em tempo para atrair a atenção do descuidado e indiferente? Deus requer decididas mudanças em vossa atitude. A verdade que possuís é a palavra do Deus vivo. Que estais fazendo para cumprirdes as reivindicações do evangelho? É vosso mais elevado desejo aprender a vontade dAquele que Se deu por vós em negação própria e sacrifício para que possais tornar-vos filhos e filhas de Deus? Estais buscando despertar pessoas para sentir interesse pelas realidades eternas? {Olhando para o Alto, p. 43}

Naquele Dia

E, naquele dia, haverão ali dois grupos. Haverão alguns, quando a porta se fechar, que tentarão entrar e dirão: “Senhor, abre-nos a porta. Queremos entrar.” E alguém virá e perguntará: “O que vocês fizeram para poder entrar? Que direito têm vocês de entrar aqui na herança? Que reivindicação vocês têm sobre ela?” “Ah! Nós te conhecemos. Comíamos e bebíamos em tua presença, e tu ensinavas em nossas ruas. Sim, e além disso, nós profetizamos em teu nome. Em teu nome expelimos demônios e em teu nome fizemos muitos milagres. Ora, nós fizemos muitas maravilhas. Senhor, será que isso não é evidência suficiente? Abre-nos a porta.”

Qual é a resposta? “Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” O que foi que eles disseram? “Nós fizemos muitas maravilhas, nós as fizemos, nós estamos bem, nós somos certos, nós somos justos. Exatamente. Portanto, nós temos o direito de entrar. Abre-nos a porta.” Mas “nós” não vale nada lá, certo?

Ali haverá um outro grupo, naquele dia – uma grande multidão que ninguém pode numerar – de todas as nações, tribos, línguas e povos, e chegam para entrar. Se alguém lhes perguntar, “O que vocês fizeram para poder entrar aqui? Que direito vocês têm aqui?” A resposta seria:

“Ora, eu não fiz nada para merecer esta herança. Eu sou um pecador, e dependo somente da graça do Senhor. Oh! eu era tão desgraçado, tão completamente cativo e em tamanha prisão que ninguém podia me libertar a não ser o Senhor; eu era tão miserável que tudo que eu podia fazer era rogar constantemente ao Senhor para me confortar, tão pobre que tinha que constantemente estar pedindo ao Senhor; tão cego que ninguém, a não ser o Senhor, me podia fazer ver; tão nu que ninguém podia me vestir senão o próprio Deus. Assim, todo o direito que eu tenho é o que Jesus fez por mim. Porém, o Senhor me amou. Quando, em minha desgraça, eu clamei, ele me livrou. Quando, em minha miséria, eu almejava o conforto, Ele sempre me confortou. Quando, em minha pobreza, eu pedi, Ele me encheu de riquezas. Quando, em minha cegueira, eu Lhe roguei que me revelasse, pra eu poder conhecer o caminho, Ele me guiou durante todo o tempo e me fez ver. Quando eu estava tão nu, que ninguém podia me vestir, ora, Ele me deu estas vestes que eu tenho. Portanto, tudo que eu posso apresentar, tudo que eu tenho para apresentar, como razão pela qual eu possa entrar, qualquer direito que me faria entrar é apenas o que Ele fez por mim. Se isso não for suficiente para eu entrar, então vou ficar de fora, e isso também será justo. Se eu ficar de fora, não tenho reclamações a fazer. Mas, oh!, será que isso não me autoriza a entrar e possuir a herança?”

Mas o encarregado responde: “Bem, aqui há algumas pessoas bem minuciosas. Elas precisam estar completamente satisfeitas com todos que entram aqui. Temos dez examinadores. Quando eles analisam o caso de alguém, e aprovam, ora, então a pessoa pode entrar. Vocês desejam que eles sejam chamados para examinar seu caso?” E nós iremos dizer: “Sim, sim, porque eu quero entrar; estou disposto a me submeter a qualquer exame, porque, mesmo que eu fique de fora, não tenho reclamações a fazer. Eu estaria perdido de qualquer forma, se dependesse de mim.”

“Bem,” diz ele, “então vamos chamá-los.” Assim aqueles dez examinadores chegam e dizem: “Mas é claro! Estamos perfeitamente satisfeitos com ele. Claro que sim! O livramento que ele obteve de sua desgraça foi um concedido por nosso Senhor; o conforto que ele teve por todo o caminho, do qual ele tanto necessitava, é um que o Senhor lhe deu. A riqueza que ele tem, tudo o que ele tem, pobre como ele era, o Senhor lhe deu; e cego como ele era, tudo que ele vê é o Senhor que lhe deu, e ele vê somente o que é do Senhor. E nu como ele estava, as vestes que ele tem, o Senhor lhe deu. O Senhor foi quem a preparou, ela é totalmente de Deus, é somente de Cristo. É claro! Ele pode entrar!”

[Neste ponto a congregação começou a cantar:–
“Tudo Jesus pagou,
Eu lhe devo tudo;
O pecado havia deixado uma mancha vermelha;
Jesus lavou-a alva como a neve.”]

E então, irmãos, virá por sobre o muro uma voz da mais doce melodia, cheia da bondade e da compaixão do meu Salvador. A voz virá lá de dentro: “Entra bendito do Senhor.” [Congregação: “Amém.”] “Por que estás aí fora?” E os portões se abrirão totalmente, e nós teremos “uma entrada abundante no reino de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.”

Oh! Ele é um Salvador completo. Ele é meu Salvador. Minha alma engrandece ao Senhor, irmãos, hoje à noite. Oh! eu digo com Davi, “vinde e engrandecei o Senhor comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome.” Ele fez um resgate completo. Não há nada contra nós, irmãos. O caminho está aberto. A via está livre. A justiça de Cristo satisfaz. Ela é luz, amor, alegria e excelência eterna.

Não é verdade, então, o que diz Isaías 60:1: “Dispõe-te, resplandece, porque é vinda a tua luz, e a glória do SENHOR nasceu sobre ti. Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos; mas sobre ti aparece resplendente o SENHOR, e a sua glória se vê sobre ti.” Irmãos, Deus pode fazê-lo. Ele quer fazê-lo. Vamos então deixar que o faça. [Congregação: “Amém.”] E vamos louvá-lo enquanto o está fazendo.

Então, será que não podemos louvar ao Senhor? Assim, todos que estão neste recinto, e quiserem louvá-lo, poderão fazê-lo já. Eu direi amém para cada palavra dita, pois minha alma também O engrandece, irmãos, minha alma também O louva, irmãos, pois Ele é meu Salvador; Ele completou sua obra; Ele fez Sua obra graciosa; Ele me salvou; Ele salva a todos; vamos agradecê-lo para sempre.

[Professor Prescott:] Os tempos do refrigério estão aqui, irmãos. O Espírito de Deus está aqui. Abram o coração, abram o coração, abram o coração em louvor e ações de graças.

Ouça os livros de Ellen White em áudio (mp3)

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O que Foi Assegurado pela Morte de Cristo

Artigo de Ellen White
The Signs of the Times
30 de dezembro de 1889

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O que Foi Assegurado pela Morte de Cristo

Convinha que Aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, na redenção do mundo, salvasse os pecadores pelo sangue do Cordeiro. O grande sacrifício do Filho de Deus não foi nem grande demais nem pequeno demais para realizar a obra. Na sabedoria de Deus ele foi completo; e a expiação efetuada testifica a cada filho e filha de Adão da imutabilidade da lei de Deus. O valor da lei de Jeová deve ser estimado pelo imenso preço que foi pago na morte do Filho de Deus para manter a santidade dela.

A lei de Deus é um transcrito do caráter dEle; ela retrata a natureza de Deus. Assim como em Cristo contemplamos o resplendor de Sua glória, a expressa imagem de Sua pessoa, assim também na lei os atributos do Pai são desdobrados. Embora a lei seja imutável, o fato de Ele haver provido um meio de salvação para os infratores não detrai em nada da dignidade do caráter de Deus, visto que a penalidade pela transgressão do homem foi sofrida por um Substituto divino. O próprio Pai sofreu com o Filho; pois “Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo.” O homem, com seu juízo humano e finito, não pode, sem perigo, questionar a sabedoria de Deus. Consequentemente, lhe é inapropriado criticar o plano da salvação. Que o homem, diante do tema da redenção, deponha sua sabedoria no pó, e aceite os planos dAquele cuja sabedoria é infinita.

Deus concede aos homens um período de teste nesse mundo, a fim de que os princípios deles possam ficar firmemente estabelecidos no direito, excluindo então a possibilidade de pecado na vida futura, assim garantindo a todos felicidade e segurança. Unicamente pela expiação do Filho de Deus poderia ser dado ao homem poder a fim de estabelecê-lo em justiça e torná-lo um súdito adequado para o céu. O sangue de Cristo é o eterno antídoto para o pecado. O ofensivo caráter do pecado é revelado naquilo que ele custou ao Filho de Deus em humilhação, em sofrimento e morte. Todos os mundos nEle contemplam um vivo testemunho acerca da malignidade do pecado, pois em Sua forma divina, Ele carrega as marcas da maldição. Ele está no meio do trono como um Cordeiro que foi morto. Para sempre os remidos serão vividamente impressionados com o odioso caráter do pecado, ao contemplarem Aquele que morreu pelas transgressões deles. A preciosidade da Oferta será mais plenamente compreendida à medida que a multidão, que foi lavada no sangue, compreender mais plenamente como Deus abriu um novo e vivo caminho para a salvação dos homens mediante a união do humano e do divino em Cristo.

A morte de Cristo sobre a cruz garantiu a destruição daquele que tem o poder da morte, o qual foi o originador do pecado. Quando Satanás for destruído, não haverá ninguém para tentar para o mal; a expiação jamais precisará ser repetida; e nenhum perigo haverá de outra rebelião no universo de Deus. Unicamente aquilo que pode refrear o pecado nesse mundo de trevas, irá impedir o pecado no céu. A importância da morte de Cristo será vista por santos e anjos. O homem caído não poderia ter um lar no paraíso de Deus sem o Cordeiro morto desde a fundação do mundo. Não exaltaremos então a cruz de Cristo? Os anjos atribuem honra e glória a Cristo, pois nem mesmo eles estão seguros, exceto por contemplarem os sofrimentos do Filho de Deus. É mediante a eficácia da cruz que os anjos do céu são guardados da apostasia. Sem a cruz, não estariam mais seguros contra o mal do que estavam os anjos antes da queda de Satanás. A perfeição angélica falhou no céu. A perfeição humana falhou no Éden, o paraíso da felicidade. Todos que desejarem segurança na terra ou no céu precisam olhar para o Cordeiro de Deus. O plano da salvação, tornando manifestos a justiça e o amor de Deus, provê uma eterna salvaguarda contra a deserção nos mundos não-caídos, bem como entre aqueles que serão remidos pelo sangue do Cordeiro. Nossa única esperança é a perfeita confiança no sangue dAquele que pode salvar totalmente os que por Ele se achegam a Deus. A morte de Cristo na cruz do Calvário é nossa única esperança nesse mundo, e será nosso tema no mundo vindouro. Oh, nós não compreendemos o valor da expiação! Se o fizéssemos, falaríamos mais acerca dela. O presente de Deus em Seu amado Filho foi a expressão de um amor incompreensível. Foi o máximo que Deus poderia fazer para preservar a honra de Sua lei, e ainda salvar o transgressor. Por que não deveria o homem estudar o tema da redenção? É o assunto mais grandioso com o qual a mente humana se pode ocupar. Se os homens contemplassem o amor de Cristo, revelado na cruz, a fé lhes seria fortalecida para se apropriar dos méritos do sangue que dEle foi derramado, e eles seriam purificados e salvos do pecado. Há muitos que se perderão porque dependem de uma religião legal, ou do mero arrependimento pelo pecado. Mas o arrependimento pelo pecado, por si só, não pode operar a salvação de alma alguma. O homem não pode ser salvo por suas próprias obras. Sem Cristo, é impossível que ele renda a perfeita obediência à lei de Deus; e o céu não pode ser ganho por uma obediência imperfeita, pois isso colocaria todo o céu em perigo, e possibilitaria uma segunda rebelião.

Deus salva o homem unicamente mediante o sangue de Cristo, e a crença do homem em Cristo, e sua fidelidade a Ele, é salvação. Aos anjos não é uma surpresa que o infinito sacrifício feito pelo Filho de Deus fosse suficientemente amplo para trazer salvação a uma raça caída, mas que esse sacrifício expiatório realmente tivesse que acontecer é um assombro para o universo. É um mistério ao qual anjos desejam examinar. Os anjos ficam surpresos com a indiferença e frieza manifestada por aqueles a quem foi provida tão grande salvação. Eles olham com pesar e santa indignação aos que não buscam apreciar a indizível dádiva de Deus. Em vez de ofertar a Deus adoração, homens finitos imaginam-se capazes de determinar, sem a divina unção, o que é digno de louvor ou de reprovação em seus companheiros. Mas não é glória alguma o ser glorificado pelo homem. Devíamos aprender a valorizar o louvor humano naquilo que ele realmente vale. O Senhor diz: “Aos que me honram, honrarei.” Que cada fôlego de louvor, cada palavra de exaltação, flua para Aquele que é digno, flua para Jesus, o Príncipe da vida, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Elevem a cruz de Cristo. Elevem o Mediador. Engrandeçam a Jesus. Nele está tudo que é nobre. Contemplem a Deus em Cristo. Ele está rodeado de anjos, querubins e serafins o contemplam. Vozes angelicais, dia e noite, clamam perante ele: “Santo, santo, santo, Senhor Deus Todo-poderoso, que era, e que é, e que há de vir… Tu és digno, ó Senhor, de receber glória, e honra, e poder; pois tu criaste todas as coisas, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.” “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.” “Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não te temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti.” Mas embora somente Deus seja santo e digno de ser louvado, línguas humanas são pervertidas para louvar e glorificar ao homem em vez de Deus.

O maior presente que Deus poderia dar aos homens foi concedido na dádiva de Seu amado Filho. Diz o apóstolo: “Aquele que não poupou seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” Nada foi mantido em reserva. Um segundo período de teste jamais será provido. Se a indizível dádiva não conduz o homem ao arrependimento, não há nada que jamais lhe comoverá o coração. Não há qualquer poder reservado para agir sobre sua mente e despertar suas sensibilidades. Todo o caráter de Deus foi revelado em Seu Filho, toda a gama de possibilidades do céu estão expostas para a aceitação do homem no Filho do Infinito. O caminho de retorno do homem a Deus e ao céu não tem barreiras. As incomparáveis profundezas do amor do Salvador foram demonstradas; e se essa manifestação do amor de Deus pelos filhos dos homens não prevalecer em atrair os homens a Ele, nada há que jamais o faça.

Os que forem salvos no reino de Deus serão aqueles que lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro. A imagem de Cristo será aperfeiçoada em cada alma que aceita a dádiva de Sua graça, e os que são aperfeiçoados por meio da Sua graça, estarão diante de Deus em igualdade com os anjos, quanto à elevação, poder e pureza, e serão honrados com eles perante o trono eterno. Os anjos do céu irão amar aqueles a quem Cristo amou e comprou com Seu próprio sangue precioso.

A atenção de todos os habitantes de todos os mundos será dirigida à cruz de Cristo, em torno da qual se centralizará o sobreexcelente e eterno peso de glória. A imaginação se esgota ao se esticar para compreender a maravilhosa obra da redenção. O plano da salvação é elevado demais para ser completamente atingido pelo pensamento humano. É grande demais para ser totalmente abrangido pela compreensão finita. Diz o apóstolo: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” Será que fica difícil imaginar por quê o céu se surpreende pelo homem agir como se a dádiva de Deus fosse sem valor? Que será a eterna perdição daqueles que rejeitam uma tão-grande salvação, oferecida gratuitamente mediante os méritos do unigênito e bem-amado Filho de Deus!

 

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PDF do arquivo original em inglês (escaneado da revista original)

Lei Dominical Nacional (A. T. Jones)

Livro em INGLÊS escrito por A. T. Jones, relatando o incidente em que ele se apresentou perante o Congresso Americano para protestar contra o projeto de lei dominical promovido Senador Blair (projeto de lei conhecido como The Blair Bill) em 1888. O livro inteiro está aqui para download em 3 formatos:

The National Sunday Law (Formato: EPUB – iPhone/iPad/Android)

The National Sunday Law (Formato: DOCX)

The National Sunday Law (Formato: PDF)

Este livro é extremamente necessário para estes nossos dias, visto que tudo está se repetindo até nos detalhes. A lei dominical está muito perto e a maioria de nós não tem o mínimo argumento para combatê-la ou mesmo saber se ela é contra a Constituição Nacional ou não. Não devemos ficar parados, sem fazer nada. É hora de nos levantarmos em favor do direito e da verdade. Nossas liberdades estão desaparecendo como fumaça e nós nem estamos percebendo! Nós temos uma parte a cumprir. Todo aquele que crê no Deus vivo deve tomar parte ativa na defesa da verdade, em vez de ficar esperando de mãos abanando. Veja o que Ellen White diz no livro Eventos Finais, página 128:

“Espero que a trombeta dê o sonido certo no tocante a esse movimento da lei dominical. Penso que seria melhor se, em nossas revistas, o assunto da perpetuidade da lei de Deus se tornasse uma especialidade. … Devemos agora fazer tudo que for possível para derrotar essa lei dominical.” — {EF 128.1}

Você vai se surpreender com a profundidade e força de argumento que Jones apresenta em sua defesa. É evidente que não é apenas um argumento produzido pela mente humana. Isso se confirma pelo que aconteceu cerca de um ano depois. Ele foi novamente se apresentar perante o Congresso dos Estados Unidos para protestar contra essa restrição da liberdade religiosa. Após o incidente, relatou aos irmãos algo muito especial. Disse que Deus havia guiado de tal modo a sua defesa, que era como se as palavras que ele devia falar estivessem escritas nas paredes, e também bem diante dos olhos dele… um claro cumprimento de Marcos 13:11:

Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.

Vamos nos unir e agir. Um governo republicano deve ser governado pelo povo. Nosso país é uma republica. Cada cidadão tem voz ativa. Nessa hora, os covardes ficam em silêncio, mas assim diz O SENHOR:

Amaldiçoai a Meroz, diz o Anjo do SENHOR, amaldiçoai duramente os seus moradores, porque não vieram em socorro do SENHOR, em socorro do SENHOR e seus heróis. (Juízes 5:23)

 

Você está percebendo o que está acontecendo ao nosso redor? Diante de nossos próprios olhos?

Dê uma olhada neste vídeo:

Vídeo 1: Decreto Dominical a Caminho

Vídeo 2: Mesmo no Brasil

Uma das principais coisas que podem ser feitas a esse respeito é traduzir este material: The National Sunday Law. Vamos trabalhar de mãos dadas. O fim vêm. Toquem a trombeta!

 

 

As referências que confirmam este incidente são tiradas dos livros dos pioneiros em inglês e são as seguintes:

On January 6, 1890, Representative W. C. P. Breckenridge of Kentucky introduced a bill designed to “prevent anyone from being forced to labor on Sunday” within the District of Columbia.  Seventh-day Adventists held that the bill was deceptive since no one was being compelled to labor on Sunday. Its actual purpose was to force people to rest on Sunday.  The bill appeared to be just an initial step on the pathway of religious legislation  toward complete Sunday laws. Finally on February 18, 1890, a hearing was held before the House Committee on the District of Columbia.  A. T. Jones stood with two other Seventh-day Adventists before the Committee to speak against the Breckinridge bill.  He not only argued very powerfully against the bill’s unconstitutionality he also used arguments from one of Rev. Crafts own books to prove there was no need for this legislation.  “After the hearing, members of the Congressional Committee grasped the hands” of A. T. Jones and the other Adventist “representatives… and congratulated them on the strength of their position, while the advocates of the Sunday bill ‘silently stole away.’” The House Committee, apparently satisfied itself that the measure was religious and in violation of the First Amendment, and the Breckenridge Bill went down in defeat.  Returning to Battle Creek after the hearings, A. T. Jones gave a talk at the Minister’s devotional meeting on the morning of March 20, 1890.  O. A. Olsen reported that it was “deeply interesting to note how the providence of God has gone out before us.” The Lord had “directed it” so that certain people were in the right place at the right time, and “things fitted in so exactly and so properly” that it was obvious He was leading:

“The outlook for the work here in the states has many encouraging features. This Sunday agitation has brought out people to the front everywhere, and in a most conspicuous manner. Bro. A. T. Jones arrived a couple days ago from New York. This morning he gave a talk in the Minister’s devotional meeting, giving some of the experiences in Washington, and it was deeply interesting to note how the providence of God has gone out before us. Several things he expressed like this: it happened so that just this man was there, and just these things happened. Says he, it happened so, but we might rather say, the Lord directed it just so, for that is what it was. Several things fitted in so exactly and so properly. Of course in due time you [sic] receive the reports of these things through the Review, Sentinel, etc.  Bro. Jones also stated that he had never realized the blessing of God in such a measure as when he spoke before the committee of the house in the last hearing.  He said, it seemed as though the sentences he should speak were written on the wall, or suspended in the air before him; and it was not only they themselves that felt that they  had a blessing, but all who were present could appreciate and realize that the power of God was there in a most remarkable manner.  All these things are encouraging indications.” (OA Olsen to GC Tenny, March 20, 1890, archives of the General Conference of Seventh-day Adventists).

Elder A. T. Jones is here now and is taking some part in the exercises of the [Ministerial] school. This morning he gave a very interesting account of the Hearing before the House Committee at Washington a few weeks ago. It was very impressive to hear him tell of it, and how the spirit of God worked for them there. He said that at times during his speech  it seemed that the wordsand sentences were just before his eyes as plainly as if they were written, and that he seemed to be reading them off as if they were held up before him in large letters.  (Dan T. Jones to R. A. Underwood, March 21, 1890, archives of the General Conference of Seventh-day Adventists)

Escritos de Ellen White para iPad/iPhone

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Repassem!

A verdadeira situação de Laodiceia

Portanto é essa a situação em que devemos estar: ineficientes, ignorantes, pobres, indignos e cegos. Porventura não é exatamente essa a mensagem de Laodicéia – de que somos infelizes, miseráveis, pobres, cegos, nus e ainda por cima não sabemos? Alguém estava lendo isso, um dia desses, e mencionou essa palavra: “cegueira”; e imediatamente pensei no último verso do capítulo 9 de João. Vamos todos abrir nesse texto, por gentileza. João 9:41. Ele se encontra no fim da narrativa que descreve a cura da cegueira e a restauração da visão ao homem que havia nascido cego. O que diz esse verso?

“Disse-lhes Jesus: se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas agora porque dizeis, nós vemos, vosso pecado permanece.” Quando Jesus diz a mim e a você que somos cegos, o que devemos fazer é dizer: “Senhor, somos cegos.” Ele havia dito àquela gente que eles eram cegos e de fato o eram, mas eles disseram que não eram. No entanto, eles eram. Se houvessem confessado sua cegueira, teriam visto a Deus na cura daquele homem da cegueira que ele tinha. Portanto, irmãos, a coisa que nos cabe fazer é encarar bem de frente a mensagem de Laodicéia e afirmar que cada uma das palavras que Ele está dizendo é verdade. Quando Ele afirma que eu e você somos infelizes, vamos dizer a Ele: “É verdade, eu sou infeliz”; miseráveis, “É verdade, eu sou miserável”; pobres, “É verdade, eu sou pobre, um perfeito mendigo, e jamais serei outra coisa nesse mundo”; cegos, “Eu sou cego, e jamais serei qualquer outra coisa”; nus, “É verdade”; e quando ele diz que eu não sei [que sou tudo isso, devo dizer:] “É verdade também. Eu não sei do modo que devo saber.” E então, direi a Ele a cada dia e a cada hora: “Senhor, tudo isso é verdade. Mas, Oh! Em lugar de minha infelicidade, concede-me a Tua própria alegria. Em lugar de minha miséria, dá-me o Teu próprio consolo. Em lugar de minha pobreza, supre-me com tua própria riqueza. Em lugar de minha cegueira, sê Tu a minha visão. Em lugar de minha nudez, Oh! Cobre-me Tu com Tua própria justiça. E o que eu não sei, Senhor, ensina-me Tu.” [Congregação: “Amém.”]

A. T. Jones, General Conference Bulletin, 1893

O Grande Conflito (versão não condensada)

Livro em pdf

Cristo, Justiça Nossa

“Mediante a imputada justiça de Cristo, o pecador pode sentir que está perdoado, e saber que a lei não mais o condena, visto ele estar em harmonia com todos os seus preceitos. É seu privilégio considerar-se inocente quando lê acerca da retribuição que sobrevirá aos incrédulos e pecadores, e quando nisso pensa. Pela fé, apodera-se da justiça de Cristo, e corresponde com amor e gratidão ao grande amor de Deus em dar Seu Filho unigênito, que morreu, a fim de trazer à luz vida e imortalidade pelo evangelho. Reconhecendo-se pecador, transgressor da santa lei de Deus, olha à perfeita obediência de Cristo, à Sua morte no Calvário pelos pecados do mundo; e tem a certeza de que é justificado pela fé nos méritos e no sacrifício de Cristo. Compreende que a lei foi obedecida em seu favor pelo Filho de Deus, e que a pena da transgressão não pode cair sobre o pecador crente. A obediência ativa de Cristo reveste o pecador crente com a justiça que satisfaz as reivindicações da lei.” — The Youth’s Instructor, 29 de Novembro de 1894.

Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus, dia 21 de Agosto

Ellen White e o Alto Clamor

Os mensageiros e a Mensagem

Adventist Pioneer Library

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HTML – Ellen G. White e o Alto Clamor

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Em 27 de Junho de 1874, Ellen White afirmou:

Deus está suscitando um povo para proclamar o alto clamor da mensagem do terceiro anjo. … O alto clamor em breve será ouvido, e a terra será iluminada com a glória de Deus.

Já em 22 de Novembro de 1892, ela afirmou:

O tempo de prova está bem diante de nós, pois o alto clamor do terceiro anjo já começou na revelação da justiça de Cristo, o Redentor que perdoa os pecados. Este é o início da luz daquele anjo cuja glória há de encher toda a Terra.

Em 1874 o Alto Clamor não havia ainda começado, mas em 1892, ele já estava acontecendo. O que causou esta mudança? O conteúdo deste livro revela uma interessante sequência de eventos na história do Alto Clamor–o cumprimento de Apocalipse 18.

Naquele Dia

E naquele dia haverão ali dois grupos. Estarão ali alguns que, quando a porta se fechar, vão querer entrar, e eles dizem: “Senhor, abre a porta pra nós. Queremos entrar.” E alguém vem e pergunta: “O que vocês fizeram pra poder entrar? Que direito têm vocês de entrar aqui na herança? Que reivindicação vocês têm sobre ela?” “Ah! Nós te conhecemos. Comíamos e bebíamos em tua presença, e tu ensinavas em nossas ruas. Sim, e além disso, nós profetizamos em teu nome. Em teu nome expelimos demônios e em teu nome fizemos muitos milagres. Ué, nós fizemos muitas coisas maravilhosas. Senhor, será que isso não é evidência suficiente? Abra a porta.”

Qual é a resposta? “Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” O que foi que eles disseram? “Nós fizemos muitas obras maravilhosas. Nós as fizemos. Nós estamos ótimos. Nós somos certos. Nós somos justos. Exatamente. Portanto, nós temos direito de entrar. Abra a porta.” Mas “nós” não conta nada lá, certo?

Vai haver um outro grupo ali naquele dia – uma grande multidão que ninguém pode numerar – de todas as nações, tribos, línguas e povos, e eles vêm para entrar. Se alguém lhes perguntar, “O que vocês fizeram para poder entrar aqui? Que direito vocês têm aqui?” A resposta seria:

“Olha, eu não fiz nada para merecer esta herança. Eu sou um pecador, e dependo somente da graça do Senhor. Oh! eu era tão desgraçado, tão completamente cativo e em tamanha prisão que ninguém podia me libertar a não ser o Senhor; eu era tão miserável que tudo que eu podia fazer era rogar constantemente ao Senhor para me confortar, tão pobre que eu tinha que constantemente estar pedindo ao Senhor; tão cego que ninguém a não ser o Senhor podia me fazer ver; tão nu que ninguém podia me vestir senão o próprio Deus. Todo o direito que eu tenho é o que Jesus fez por mim. Mas o Senhor me amou. Quando em minha desgraça eu clamei, ele me livrou. Quando em minha miséria eu almejava o conforto, Ele sempre me confortou. Quando em minha pobreza eu pedi, Ele me encheu de riquezas. Quando em minha cegueira eu Lhe roguei que revelasse o caminho, pra eu conhecer o caminho, Ele me guiou durante todo o tempo e me fez ver. Quando eu estava tão nu que ninguém podia me vestir, ué, Ele me deu estas vestes que eu tenho. Portanto, tudo que eu posso apresentar, tudo que eu tenho para apresentar como razão pela qual eu possa entrar, qualquer direito que me faria entrar, é apenas o que Ele fez por mim. Se isso não me permitir passar, então eu vou ficar de fora, e isso também vai ser justo. Se eu ficar de fora, não tenho reclamações a fazer. Mas, oh!, será que isso não me autoriza a entrar e possuir a herança?”

Mas ele diz: “Bem, aqui há algumas pessoas bem minuciosas. Elas querem ficar completamente satisfeitas com todos que entram aqui. Temos dez examinadores. Quando eles analisam o caso de alguém, e dizem que está tudo bem, ué, então ele pode entrar. Vocês desejam que estes sejam chamados para examinar o vosso caso?” E nós iremos dizer: “Sim, sim, porque eu quero entrar; estou disposto a me submeter a qualquer exame, porque, mesmo que eu fique de fora, não tenho reclamações a fazer. Eu estaria perdido de qualquer forma, se fosse por mim mesmo.”

“Bem,” diz ele, “então vamos chamá-los.” Assim aqueles dez examinadores chegam e dizem: “Mas é claro, estamos perfeitamente satisfeitos com ele. Claro que sim, o livramento que ele obteve de sua desgraça é um que foi dado por nosso Senhor; o conforto que ele teve por todo o caminho, do qual ele tanto necessitava, é o que o Senhor lhe deu. A riqueza que ele tem, tudo o que ele tem, pobre como ele era, o Senhor lhe deu, e cego, tudo que ele vê, é o Senhor que lhe deu, e ele vê somente o que é do Senhor. E nu como ele estava, as vestes que ele tem, o Senhor lhe deu. O Senhor é que a teceu, ela é totalmente divina. É somente Cristo. Mas é claro, ele pode entrar!”

[Neste ponto a congregação começou a cantar:–
“Tudo Jesus pagou,
Eu tudo lhe devo;
O pecado havia deixado uma mancha vermelha;
Ele lavou-a alva como a neve.”]

E então, irmãos, virá por sobre o muro uma voz da mais doce melodia, cheia da bondade e compaixão do meu Salvador – a voz virá lá de dentro: “Entra bendito do Senhor.” [Congregação: “Amém.”] “Por que estás aí fora?” E os portões se abrirão totalmente, e nós teremos “uma entrada abundante no reino de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.”

Oh! Ele é um Salvador completo. Ele é meu Salvador. Minha alma engrandece ao Senhor, irmãos, hoje à noite. Oh! eu digo com Davi, vinde e engrandecei o Senhor comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome. Ele fez um resgate completo. Não há nada contra nós, irmãos. O caminho está aberto. A via está livre. A justiça de Cristo satisfaz. Ela é luz, amor, alegria e eterna excelência.

Não é verdade, então, o que diz Isaías 60:1: “Dispõe-te, resplandece, porque é vinda a tua luz, e a glória do SENHOR nasceu sobre ti. Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos; mas sobre ti aparece resplendente o SENHOR, e a sua glória se vê sobre ti.” Irmãos, Ele consegue fazê-lo. Ele deseja fazê-lo. Vamos então deixar que Ele o faça. [Congregação: “Amém.”] E vamos louvá-lo enquanto Ele o está fazendo.

Então, será que não podemos louvar ao Senhor? Assim, todos que estão neste recinto, que quiserem louvá-lo, poderão fazê-lo já. Eu direi amém para cada palavra dita, pois minha alma também O engrandece, irmãos. Minha alma também O louva, irmãos, pois Ele é meu Salvador. Ele completou sua obra. Ele fez Sua obra graciosa. Ele me salvou. Ele salva a todos. Vamos agradecê-lo para sempre.

[Professor Prescott:] Os tempos do refrigério estão aqui, irmãos. O Espírito de Deus está aqui. Abram o coração, abram o coração. Abram o coração em louvor e ações de graças.

Onde encontramos a Justiça?

De onde vem nossa justiça? “sua justiça vem de Mim, diz Jeovah” (Isaías 54:17, Almeida versão 1848). “Porque o Deus que disse, que das trevas resplandecesse a luz, é o que resplandeceu em nossos corações, para a iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” (2 Coríntios 4:6, Almeida versão 1848). Onde encontramos o conhecimento da glória de Deus? [Congregação: “na face de Jesus Cristo.”]  Na face de Jesus Cristo.

Agora 2 Coríntios 3:18: “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (Almeida Recebida, AR). Então o que é que vemos na face de Cristo Jesus? [Congregação: “a glória do Senhor.”]  O que é a glória do Senhor?  Nós já lemos aqui, já nos foi dito, pelo Espírito de Deus, que a mensagem da Justiça de Deus, que é pela fé de Jesus Cristo, esta é o começo da glória que iluminará toda a terra. Então o que é a glória de Deus? A Justiça dele, o caráter dele. Onde nós o encontramos? Em Jesus Cristo. Ali está a glória de Deus, revelada na face de Jesus Cristo. Ele disse que é assim, você vê? É lá que nós a devemos buscar.

Olhamos para a lei para obter a Justiça? [Congregação: “não.”]  Mesmo após sermos trazidos a Cristo, olhamos nela para Justiça? [Congregação: “não.”]  Onde é que devemos olhar para Justiça? Na face de Jesus Cristo. Lá “todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória”, de Justiça em justiça, de caráter em caráter, de bondade em bondade, como pelo Espírito do Senhor.

American Sentinel – Revista Adventista sobre Liberdade Religiosa

A Revista American Sentinel foi um instrumento de alerta contra os ataques à liberdade religiosa nos Estados Unidos. Listamos alguns dos volumes publicados no ano 1888.

American Sentinel, 1 de Junho de 1888. Vol. 03, issue 06

American Sentinel, 1 de Julho de 1888. Vol. 03, issue 07

American Sentinel, 1 de Outubro de 1888. Vol. 03, issue 10

American Sentinel, 1 de Novembro de 1888. Vol. 03, issue 11

American Sentinel, 1 de Dezembro de 1888. Vol. 03, issue 12

Estes artigos mostram um pouco do que estava acontecendo em 1888. A lei dominical estava quase saindo. A mensagem de Justificação pela Fé estava sendo pregada. Se aceita, ela iluminaria o mundo com a glória de Deus. Os mesmos cenários se repetirão em breve.

“Dicas de Saúde”

Recursos, orientações simples, receitas e muito mais. A autora compartilha os segredos de uma vida abundante, baseados em uma alimentação natural e saborosa.

Novo site (oficial) de livros de Ellen White multilíngue!

O White Estate, órgão oficial da Conferência Geral responsável pela administração dos escritos de Ellen White, disponibilizou desde Julho de 2010 o novo site de pesquisa nos livros de Ellen White. Disponível em várias línguas, incluindo o Português, o site também oferece a opção de ouvir e baixar os livros em áudio, no formato mp3, que podem ser ouvidos no carro, no computador, em mp3 players, no iPod, etc.

Visite: www.egwwritings.org

eBooks dos Pioneiros em Inglês

Para acesso aos livros dos pioneiros Adventistas em Inglês, visite o site: www.adventaudio.org

Há livros em áudio e em formato de eBook (epub), que podem ser lidos no iPhone, iPad, Kindle, ou mesmo no computador (software necessário).